São Paulo — Kauã Freitas Gonçalves de Oliveira, de 23 anos, foi morto a facadas, na última segunda-feira (12/10), em Cubatão, litoral sul paulista. A principal suspeita é que ele tenha sido morto pela namorada de 19 anos, cuja identidade não foi divulgada. Segundo a Polícia Civil, o homem gerenciava uma quadrilha especializada em golpes do falso advogado e falso gerente de banco.O crime foi na Vila dos Pescadores, região onde a polícia já havia feito buscas por Oliveira.O homem morto chegou a receber atendimento médico após ser esfaqueado, mas morreu de parada cardíaca, no pronto-socorro central de Cubatão.A investigação, também realizada pela mesma delegacia que descobriu Oliveira como o líder da quadrilha, é por homicídio. Investigadores querem entender a motivação do crime. Leia também Alfredo HenriqueAlvo do PCC, tenente da Rota segue na UTI após coração parar e 3 cirurgias Vinicius PassarelliVereadora pede homenagem a PMs que a ajudaram após carro ficar sem gasolina São PauloLinha 17: saiba por que superlotação de 1 único vagão pode parar monotrilho São PauloJornalista é alvo de racismo e ameaças de morte após declarar apoio a Lula Golpe do falso advogadoOliveira foi, segundo as autoridades, o líder de uma quadrilha que mantinha duas centrais telefônicas usadas para aplicar golpes do falso advogado e do falso gerente de banco.As investigações contra o grupo começaram no início do ano. Em abril, a polícia desmantelou uma das centrais telefônicas na comunidade Vila Esperança. À época, Oliveira escapou da polícia após ser avisado por comparsas que usavam rádios comunicadores sobre a entrada da polícia na região. Duas pessoas acabaram presas nesta ocorrência: Claudiana Souza de Alencar e Wells Chaves de Souza.Meses depois, em 10 de agosto, Naira Luiza Teixeira Gomes e Cleverson dos Santos Ferreira Lopes foram presos, na Vila dos Pescadores.“Eles agiam como sacadores, que é a função de ir às agências bancárias sacar o dinheiro obtido em golpes. Na época, ele confirmaram participação e que recebiam R$ 150 cada vez que trabalhavam”, explicou o delegado responsável pela investigação da quadrilha, Fernando Henrique Faria, e, agora, do homicídio.








