São Paulo – A Prefeitura de São Paulo afastou um servidor público acusado pela própria administração municipal de vazar dados do programa de monitoramento de segurança Smart Sampa. A gestão classifica o vazamento como “ato criminoso”. Leia também São PauloPrefeitura de SP repassou R$ 101 milhões a empresa ligada a ex-secretário São PauloGreve de ônibus: Prefeitura de SP aciona Paese para atender passageiros São PauloJustiça rejeita pedido do MP contra Prefeitura de SP por estragos da chuva São PauloVereadora cobrou Prefeitura de SP sobre prevenção 4 meses antes de temporal A prefeitura nega que o vazamento, divulgado pelo portal Uol, represente uma falha de segurança. Segundo a publicação, dados do Smart Sampa, que deveriam ser restritos, estavam expostos na internet em um repositório público há cerca de um ano. Os dados, segundo a reportagem, incluíam 181 logins e senhas de usuários autorizados do sistema.A gestão municipal afirma que o repositório foi disponibilizado de forma ilegal e nega que o documento tenha informações sobre senhas de acesso. A Secretaria Municipal de Segurança Pública diz que reforçou a segurança da plataforma, com senhas exclusivas e autenticação em dois fatores, entre outras medidas.“O acesso também exige validação por código enviado por SMS para a criação de uma nova senha conforme os padrões de segurança”, diz a nota.A prefeitura também afirma que o programa conta com a fiscalização do Tribunal de Contas do município e consultoria especializada em governança e privacidade de dados.








